Que venham as mudanças!

Beatriz Frias

Nada é permanente, exceto a mudança.

Assim afirmou o filósofo pré-socrático Heráclito de Éfeso, considerado o ‘pai da Dialética’. O pensamento do filósofo continua sendo mais que verdadeiro, uma vez que a velocidade das mudanças está maior do que nunca.

Que vivemos em um mundo de constantes mudanças, isso não é mais novidade para ninguém. Porém, basta uma pequena alteração em sua vida pessoal ou mesmo profissional para, então, logo se posicionar contra esta crescente onda da pós-modernidade.

Enquanto nossos pais e avós buscavam uma certeza, um emprego vitalício, um ramo de negócio mais estável, hoje em dia, quem almejar planejar perfeitamente seu futuro, melhor pegar suas malas e voltar no tempo.

O mundo mudou. E, com ele, mudaram-se também as relações entre as pessoas e o ambiente profissional. Nos últimos anos, pudemos notar claramente as constantes transformações em que todas as profissões se encontram. A necessidade vai além de reinventar-se como pessoa, mas também reinventar as suas conexões e métodos de trabalho.

A presença física, apesar de ainda ser extremamente importante, muitas vezes não é mais necessária. Diversos trabalhos podem hoje ser executados somente com a utilização da internet, não importa se estiver em sua casa, ou até mesmo em outro país.

Outro ponto importante a ser destacado atualmente são as parcerias, que passaram a fazer parte de nossas vidas e se tornaram imprescindíveis para o sucesso de qualquer relação e qualquer projeto profissional. De outro lado, os contratos vitalícios e impositivos foram perdendo, cada vez mais, o seu sentido.

Mas, será mesmo que todos estão tão abertos e dispostos a viver realmente neste ‘estilo de vida‘ atual? Acredito que não. A mudança traz com ela suas diferenças e, quanto mais impactante ela for, receberá mais críticas, sejam elas positivas ou negativas.

Assim como afirma o papa do marketing Philip Kotler: “Existem três tipos de empresas (e pessoas). As que fazem as coisas acontecer, as que ficam vendo as coisas acontecer e as que se perguntam: O que aconteceu?” Eu acrescentaria que existe – ainda – um quarto tipo: as que criticam quem fez alguma coisa.

Qualquer semelhança, mera coincidência? Por mais que o mundo não seja assim tão rotulado, com certeza podemos identificar nesta frase diversas empresas, pessoas e situações. Não é mesmo? Em qual desses tipos você se visualiza atualmente?

O mundo de hoje é para quem tem coragem suficiente de arriscar, inovar, romper barreiras e quebrar paradigmas. É para quem não tem medo de sair da caixa, implementar novos conceitos e visões. Para quem ousa o diferente e faz a diferença.

 

Artigo publicado originalmente na Revista ARRASO | Festas  * edição n.78 *

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